Hérnia de Disco

Dicas de tratamento não cirúrgico para hérnia de disco e outras patologias de coluna.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Extrapolar os limites físicos durante o Carnaval pode gerar graves dores na coluna vertebral

Fisioterapeuta chama a atenção para as lesões que podem ser adquiridas durante as noites de folia; alimentação e hidratação também são muito importantes

As festas carnavalescas estão chegando e o brasileiro está se preparando para aproveitar o período em suas diversas maneiras, seja nos clubes de dança, nas avenidas e nos blocos festivos, ou à beira mar ou em cachoeiras, com a família ou com os amigos.  O fato é que ambas as formas de curtir o Carnaval devem ser regidas pelo bom senso, pois, o nosso corpo, possui limites físicos que precisam ser respeitados.


Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), proprietário do ITC Vertebral Ribeirão e ITC Vertebral Curitiba e perito judicial do trabalho, o importante é ter a consciência sobre o condicionamento físico para não ocorrerem abusos e, consequentemente, lesões ou dores na coluna vertebral. “O sedentário jamais deverá se expor e pular todas as noites de Carnaval. Ele corre um sério risco de, no outro dia, acordar com desconfortos musculares, principalmente na coluna e nas pernas”, explica.
Para Giuliano Martins são necessárias algumas medidas para aproveitar a comemoração. “Além de se alimentar bem e ingerir muita água, é imprescindível ter de sete a oito horas de sono para descansar e tarefas leves durante o dia colaboram com o descanso do folião”, ressalta.
Outro ponto destacado pelo especialista são os longos congestionamentos no trânsito enfrentados pelas pessoas que buscam por ambientes diferenciados durante o feriado, como por exemplo, as praias e as cachoeiras. “Com a enorme quantidade de carros que se deslocam para o litoral, o tempo sentado no automóvel supera o comum. Além dos ajustes nos bancos, encostos e espelhos, devemos parar e circular a pé por cinco minutos a cada uma hora e meia dirigidas. O turista deve tomar cuidado redobrado em locais desconhecidos para mergulho, pois, este tipo de acidente deixa dezenas de pessoas paraplégicas todos os ano”, afirma.


Sobre o ITC Vertebral - Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 70 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviço
ITC Vertebral Ribeirão Preto (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Presidente Vargas, 2121 sala 2401
Edifício Times Square
Telefone (16) 3623 3248
Site : 
www.itcvertebralribeirao.com.br

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Acidentes de carro e má postura: lesões que poderiam ser evitadas

Para especialista a posição corporal adequada ao se dirigir pode evitar ferimentos mais graves na coluna vertebral

O período de férias escolares está terminando e agora é hora de voltar para casa e retomar a rotina. O momento de prazer com a família infelizmente pode se transformar em um trauma devido à violência do trânsito brasileiro e também em decorrência de lesões na coluna vertebral resultantes da má postura no automóvel. 

Somente durante o feriado de Ano-Novo as rodovias paulistas registraram 37 mortes. De acordo com o balanço divulgado pelo Comando de Policiamento Rodoviário, foram 1.041 acidentes, com 702 vítimas.



Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), proprietário do ITC Vertebral Ribeirão e ITC Vertebral Curitiba e perito do trabalho, as lesões em chicotes no pescoço (whiplash) são os traumas mais comuns na coluna vertebral causados por acidentes automobilísticos. “São resultantes da transferência de energia para região cervical, devido a aceleração ou desaceleração bruscas”, explica.

Para Martins, a postura correta dos condutores e passageiros pode evitar ferimentos mais graves. “A coluna deve estar totalmente apoiada no banco, com as pernas e braços levemente flexionados, no caso do motorista é necessário segurar o volante com as duas mãos e todos precisam utilizar o cinto de segurança”, afirma.

Mas os acidentes não são os únicos riscos para a coluna vertebral. O diretor regional da ABRColuna ressalta que a má postura durante longos períodos dentro do carro são extremamente prejudiciais à saúde. “Muitas pessoas trabalham dirigindo, em viagens distantes e podem desenvolver, por exemplo, hérnia de disco, devido à posição sentada na qual a sobrecarga lombar é muito maior. O correto é, além da postura no assento, fazer pausas a cada duas horas e alongar o corpo”, alerta.

Ainda de acordo com o fisioterapeuta, a atividade física para fortalecer a musculatura é indispensável para se evitar lesões. 


Sobre o ITC Vertebral - Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 55 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviços em Ribeirão Preto
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Presidente Vargas, 2121 sala 2401
Edifício Times Square
Telefone (16) 3623 3248


Serviço em Curitiba
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Silva Jardim, 3161
Água Verde
Telefone (41) 3045-7272

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Serviços domésticos contribuem para o surgimento de lesões na coluna vertebral

Fisioterapeuta alerta sobre os riscos do esforço físico e comenta sobre as posturas inadequadas durante a realização das atividades em casa

Diariamente a manutenção de uma residência exige a força muscular: lavar roupas e louças, limpar o chão e os móveis, organizar a cozinha, o quarto, a sala, o banheiro, a garagem, as áreas de lazer e de churrasco, só de pensar em tudo já ficamos exaustos. Um problema sério é que muitas pessoas praticam todos esses serviços sem os devidos cuidados com o corpo, sem o preparo físico ideal e, geralmente, em um tempo recorde para poder dar conta do recado.
Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), proprietário do ITC Vertebral Ribeirão e ITC Vertebral Curitiba e perito do trabalho, a má postura associada ao desgaste muscular durante a pratica dos trabalhos domésticos causam danos, principalmente, à coluna vertebral. “Os movimentos inadequados de flexão e de torção da coluna geram, ao longo dos anos, desvios posturais, lombalgias e cervicalgias que evoluem para abaulamento discais, espondilolisteses – que é o deslizamento de uma vértebra sobre a outra – e hérnias de disco”, explica.



De acordo com o especialista passar roupas excedendo o limite corporal pode desencadear em uma lesão por esforço repetitivo, por exemplo. “Ficar horas em pé, com a cabeça flexionada olhando para a tábua gera cansaço e, consequentemente, dores na região lombar e no pescoço. Meu aconselhamento é fazer pausas de dez minutos a cada trinta de atividade”, ressalta.
Para Giuliano Martins mudanças simples de hábitos podem prevenir o surgimento de lesões. “A primeira coisa é praticar atividades físicas regularmente para fortalecer os músculos. Em casa deve-se, sempre, dividir o peso com as duas mãos ao se carregar um balde, agachar até o solo para pegar utensílios no chão, preferir cabos mais longos em rodos e vassouras para manter a coluna reta e evitar arrastar móveis sozinho”, destaca.
E mesmo depois da missão cumprida, o especialista chama a atenção para o momento de descanso. “O repouso no lar deve ter seus cuidados também. É importante deitar com as costas totalmente apoiadas no sofá, se possível com as pernas acomodadas sobre um pufe. Dormir sempre na posição lateral com um travesseiro entre os joelhos e conferir o prazo de validade do colchão”, finaliza. 

Sobre o ITC Vertebral - Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 70 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviços
Em Ribeirão PretoITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Presidente Vargas, 2121 sala 2401
Edifício Times Square
Telefone (16) 3623 3248
Site : www.itcvertebralribeirao.com.br

Em Curitiba
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Silva Jardim, 3161
Água Verde
Telefone (41) 3045-7272
Site : www.itcvertebralcuritiba.com.br

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A importância da Fisioterapia no tratamento de Schumacher, Lais Souza e Isis Valverde

Entenda como a coluna vertebral protege sua medula e a importância da Fisioterapia na recuperação das lesões.


Na manhã do domingo do dia 29 de Dezembro de 2013 o mundo do automobilismo foi abalado por uma notícia. O heptacampeão Michael Schumacher teria sofrido um acidente “sério” de esqui no sul da França.

Já com a nossa esquiadora Lais de Souza não foi diferente. Ela estava em busca de uma vaga na disputa de Aéreos do Esqui Estilo Livre para os Jogos Olímpicos de Sochi 2014 e treinava em Salt Lake City quando sofreu uma queda na pista normal de esqui no dia 27 de janeiro de 2014. O acidente provocou uma torção da terceira vértebra da coluna cervical, que foi deslocada e realinhada após cirurgia.

E nesta sexta feira (31) Isis Valverde se envolveu em um acidente no Rio de Janeiro onde fraturou a vértebra C1 de sua coluna Cervical e segue internada no Hospital Barra D’or.

E casos de lesões cervicais como as citadas acima, o mais importante a se fazer é evitar movimentar a vítima e aguardar uma equipe especializada realizar a remoção para o Hospital mais próximo.

Evitando transformar lesões reversíveis em irreversíveis e, ainda prevenir a ocorrência de novas lesões, o atendimento ao paciente vítima de trauma vertebral deve ser realizado por uma equipe multiprofissional devidamente capacitada que deve atuar com equilíbrio.
A equipe deve ter equipamentos para transporte, imobilização e aparelhos para ressuscitação cárdio-pulmonar. Um hospital que possua os recursos necessários para o atendimento de pacientes com trauma raquimedular deve ser acionado.
A primeira medida a ser tomada no atendimento de uma vítima de traumatismo vertebral é imobilizar a sua cabeça e pescoço numa posição estável e a seguir monitorizar pulso, respiração e avaliar o nível de consciência. Uma vítima que recebe um impacto direto na cabeça ou sofre trauma com desaceleração do pescoço deve ser igualmente analisados.


As lesões na coluna cervical podem envolver qualquer estrutura como vértebras, discos intervertebrais, ligamentos, medula espinal, raízes nervosas, nervos periféricos, músculos ou qualquer combinação.
As fraturas ou luxações da coluna cervical podem ser estáveis ou instáveis, causando comprometimento neurológico. Quando ocorre lesão da medula espinal ou coloca em risco a sua integridade, faz-se a proteção do local lesionado, através da redução das fraturas e luxações e quando necessário, descompressão medular, com estabilização da coluna e, a seguir um programa de reabilitação.
A abordagem inicial, através da proteção do local lesado é a fase mais importante do tratamento, pois lesões da medula espinal e das raízes nervosas podem ocorrer devido à manipulação indevida no período pré-hospitalar.
Na maioria dos casos, logo após as primeiras intervenções médicas, a equipe multidisciplinar se reúne para discutir a lesão e nesta hora a Fisioterapia começa a fazer parte importantíssima do processo de recuperação do paciente.
Dependendo da lesão na região cervical o paciente pode apresentar a perda de movimentos dos quatro membros e, na região torácica, perda do controle do tronco e dos movimentos dos membros inferiores.
Além disso, o indivíduo com lesão na medula não pode ficar na mesma posição por mais de duas horas para evitar o aparecimento de úlceras de decúbito, uma vez que nos lugares onde existem proeminências ósseas pode haver lesão com necrose da pele e exposição das estruturas protegidas por ela.
Ele pode necessitar também de fisioterapia respiratória se teve paralisia da musculatura torácica. Nas lesões cervicais, o paciente respira praticamente só com o diafragma, o que leva ao aumento de infecções pulmonares, ao acúmulo de secreções e à diminuição da capacidade de absorção e retenção de oxigênio.
Na hipótese de lesão do disco intervertebral o paciente pode vir a sofrer com hérnia de disco e estreitamento do forame. Desta forma se faz necessário um tratamento de Fisioterapia mais específico baseado em técnicas de terapia manual e mesas de Tração e Flexo-descompressão.
Como se vê, essas pessoas precisam de cuidados particulares e especial nos primeiros momentos e, mais do que isso, precisam de muita Fisioterapia, o que requer treinamento do paciente e da família para que ele volte a ter qualidade de vida.

Desta forma o fisioterapeuta, profissional especializado em movimento humano, terá papel importantíssimo e decisivo na readaptação destes ídolos. A recuperação dos movimentos, da coordenação motora, da força, do equilíbrio, além de procedimentos que visam melhorar a dinâmica respiratória estão diretamente ligados aos estímulos do tratamento.
Portanto, assim que os dois esportistas tiverem a liberação por parte de suas equipes médicas, o fisioterapeuta iniciará um trabalho minucioso, estimulando a esperança de que, a cada dia, a recuperação supere as expectativas tanto da equipe médica, quanto do paciente.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Trabalhar como Papai Noel pode gerar problemas na coluna

Além de dores e incômodos, o Bom Velhinho que descuidar da ergonomia está sujeito a desenvolver lombalgias e hérnias de disco


Ele faz a alegria da criançada e proporciona em sua figura carismática muitos sorrisos, sonhos e magia. O Papai Noel - tradicional e querido personagem idolatrada no mundo inteiro e que teve origem como símbolo natalino na Alemanha -  também sofre com problemas e dores nas costas. O Bom Velhinho precisa se cuidar durante a rotina de trabalho que geralmente é de 30 dias ininterruptos, por pelo menos 6 horas diárias.

Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna, proprietário do ITC Vertebral Ribeirão e ITC Vertebral Curitiba e perito do trabalho, alguns grupos de pessoas que interpretam o personagem podem estar mais sujeitos a danos. ”Como a função exige pegar crianças no colo, posar para fotos, ficar sentado o dia todo e muito mais, os profissionais podem sofrer sobrecargas e desenvolverem desde lombalgias até torções de colunas e hérnias discais. Se forem obesos, o que é bem comum na hora da escolha para a representação do papel, o risco é ainda maior”, frisa.

Uma sugestão é alinhar os exercícios à ocupação. “O mais indicado é que eles pratiquem atividade física (musculação, natação ou pilates) durante o ano todo para aguentarem a maratona. Uma musculatura fortalecida faz a diferença, assim como se levantar por 10 minutos a cada uma hora sentado”, orienta Martins.

O fisioterapeuta defende ainda a prática da ergonomia correta. “É importante ficar atento ao “trono” utilizado durante o trabalho. Uma concepção saudável é que ele possa ficar com a coluna totalmente apoiada e que o material seja bem confortável. Outra dica é sempre dobrar os joelhos e contrair o abdômen ao pegar as crianças no colo”, finaliza Martins.

Personagem
José Franklin Winstom de Andrade, de 69 anos, incorpora a imagem de Papai Noel há 26 anos. São 6 horas diárias, das 9h às 16h, onde ele entra num mundo de magia e encantamento com as crianças e os adultos.
Winstom conta que se prepara para o período com bastante descanso e uma boa alimentação.  O Bom Velhinho afirma que faz alongamentos e mesmo assim sente dores nas costas. “São 24 dias sem folga e ainda realizo serviços de Papai Noel para algumas famílias. É uma rotina puxada. Acabo tendo muitas dores, mas vale a pena“ comenta.

Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 55 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviços
CURITIBA
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Silva Jardim, 3161 
Telefone (41) 3045-7272
Site : www.itcvertebralcuritiba.com.br

RIBEIRÃO PRETO
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Presidente Vargas, 2121 sala 2401
Edifício Times Square
Telefone (16) 3623 3248
Site : www.itcvertebralribeirao.com.br

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Condição ergonômica adequada é fator determinante para a saúde do colaborador

Segundo diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna, perito do trabalho e proprietário do ITC Vertebral Ribeirão, Giuliano Martins, regularização do ambiente de trabalho ainda é desafio
Seja para ganhar o sustento ou para concretizar a realização profissional, é no ambiente de trabalho que as pessoas passam a maior parte do tempo. Por conta disso, a condição ergonômica do local deve ser o principal provedor de conforto para a conservação da saúde e aumento da produtividade. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que as dores nas costas são a segunda causa de licença de trabalho, seguida pelo terceiro lugar em solicitações de aposentadoria no país.

Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna, proprietário do ITC Vertebral Curitiba e Ribeirão Preto e perito do trabalho a regularização destes espaços ainda é difícil, especialmente pela resistência dos patrões. “Vejo tal situação em todos os setores e funções devido principalmente à falta de informação dos donos e diretores das empresas e à falta de verificação que infelizmente faz com que haja pouco investimento em prevenção. Muitos alegam que só o fazem depois que forem autuados. Ou seja, preferem continuar ilegais. Dizem que quando a fiscalização exigir - o que pode demorar anos - eles iniciam o processo de adequação” comenta.
Martins levanta ainda os erros mais comuns encontrados. “Os principais apontamentos são postos de trabalho inadequados para as funções - altura de mesas e bancadas abaixo ou acima do ideal, ausência de mobiliário, falta de orientações de postura, ausência de ginástica laboral, falta de exames admissionais, periódicos e demissionais. Também se destacam as adaptações impróprias em máquinas e a  carência de treinamento para operá-las, além das más condições de ventilação, iluminação e higiene”, aponta.
Com o passar do tempo, o colaborador que trabalhar de forma errada pode desenvolver as famosas LER/DORT (Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho) como tendinites, bursites, epicondilites, artrose e principalmente problemas de coluna como protrusões discais e hérnias de disco - que já afeta mais de cinco milhões de brasileiros e brasileiras-, especialmente os do grupo de sedentários, fumantes e obesos. O dano consiste na lesão dos discos que compõem a coluna vertebral e já pode ser tratado sem cirurgia pelo ITC Vertebral Ribeirão por meio da técnica de Reconstrução Muscular articular (RMA).
Confira abaixo algumas dicas ergonômicas
-Faça alongamentos
- Mesa com borda arredondada
-Monitor à frente do operador e na altura dos olhos
-Cadeira com regulagens de altura de assento, com encosto, rodas e próxima à mesa de apoio
-Mouse e teclado próximos ao operador,
-Apoio para os pés
- Pessoas que trabalham o dia todo sentadas, precisam se levantar da cadeira por cinco ou dez minutos para cada hora trabalhada
- É bastante comum as pessoas sentirem desconfortos durante as atividades do dia a dia. Isso se dá devido às posturas erradas, movimentos repetitivos e equipamentos não adequados para quem os utiliza, por isso a ergonomia se faz tão importante
- A técnica deve ser desenvolvida por um profissional qualificado, que visita o ambiente de trabalho para a avaliação das posturas, movimentos e mobílias e depois aplica a ergonomia de acordo com as necessidades verificadas.
Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 59 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviços
Em Curitiba
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Silva Jardim, 3161
Agua Verde 
Telefone (41) 3045-7272
Site : www.itcvertebralcuritiba.com.br

Em Ribeirão Preto
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Presidente Vargas, 2121 sala 2401
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Prática incorreta do ciclismo pode gerar graves lesões na coluna e nos membros inferiores

Problemas mais comuns são as tendinites nos joelhos e as hérnias de disco; Alongamento e fortalecimento muscular estão entre as principais recomendações preventivas


Mais que adrenalina e velocidade, o ciclismo permite para quem o pratica a sensação única de liberdade e de voar sem sair do chão. Considerado o sétimo esporte mais saudável pela revista Forbes, em 2010, a modalidade proporciona resistência cardiorespiratória, força e resistência muscular, flexibilidade, além do gasto calórico, mas pode ser aliado de danos corporais se praticado de maneira incorreta, excessiva ou se acontecerem quedas graves. Entre as ocorrências estão a facilite plantar e a parestesia peniana. Outras muitas comuns são as lesões musculares e a lombalgia - que se não for tratada pode evoluir para uma hérnia de disco.

O fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e proprietário do ITC Vertebral Ribeirão - instituto especializado no tratamento de lesões na coluna, explica como isso acontece.  “As dores nas costas são decorrentes da posição mal ajustada do ciclista sobre a bicicleta. Os músculos que podem ser afetados são os Glúteos, Piriforme, Isquiotibiais Paravertebrais, Multífidos e o Quadrado Lombar. Este último está localizado entre primeira vértebra lombar e vai até a segunda vértebra sacal, conhecidas como L1 e S2. Por isso que a escolha e a regulagem correta do equipamento são importantes para evitar as lombalgias, e futuramente, as hérnias de disco”, diz.
Martins explica que outro problema muito comum nos joelhos são as tendinites. “O movimento de pedalar é feito principalmente  pelo Quadríceps mais especificamente pelo Vasto medial. Uma pedalada com técnica errada ou pedalada com muita sobrecarga (subidas, pedaladas travadas) vai sobrecarregar esta musculatura e pode causar lesões. É importante escolher o tamanho de quadro correto ao tamanho de cada pessoa. Observar as regulagens e os ajustes para o corpo. Outro conselho é evitar pedalar em marchas muito pesadas para não sobrecarregar os joelhos e realizar aquecimentos antes e alongamentos depois dos exercícios”, esclarece.
Pedalando há um ano, o publicitário e atleta profissional Rafael Hernandez conta que sofreu uma lesão no joelho esquerdo por usar a bicicleta de maneira errada. “Quando comecei a praticar fui com muita “sede ao pote” e não me atentei para a regulagem específica para o meu biotipo. O assento estava alto demais e eu sobrecarreguei muito minhas pernas e principalmente, o meu joelho. Nos dois primeiros dias foi impossível de me locomover. A solução foi buscar profissionais que ajudaram na minha recuperação. Hoje já percorro longas distâncias, com “bike” calçado adequados e livre de maiores riscos”, conta.
Inseridos no grupo de risco, os sedentários devem ter cuidados redobrados na hora da prática esportiva. “Estas pessoas possuem uma grande fraqueza nos músculos. Estes músculos são os responsáveis por manter a coluna estabilizada e a postura sobre a bicicleta é fator determinante no surgimento de lesões cervicais e lombares, por isso a musculatura fortalecida é essencial. Em casos de hérnia de disco, o recomendado é tratar o paciente com muita fisioterapia e a técnica de RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que reúne também as mesas de tração e flexo-descompressão. A dica para a prevenção de qualquer dano, além do fortalecimento, é sempre se alongar antes e após o exercício, fazer abdominais, repouso adequado e, é claro, saber o próprio limite”, destaca Martins.

Conheça outras lesões e como evitá-las:

Lesões Musculares - Ocorrem principalmente no tríceps sural e nos quadríceps, em geral por, overuse (excesso de uso). Alongue-se diariamente após os exercícios.
Procure praticar musculação para promover o fortalecimento dos grupos musculares envolvidos no ciclismo.
Descanse depois de treinos muito árduos e de competições. O repouso deve fazer parte de seu treinamento.

Parestesia Peniana - É a dormência e falta de sensibilidade na região entre as pernas, que vai apoiada no selim da bicicleta. Nas mulheres ocorre a parestesia dos grandes lábios. O nervo, quando submetido a uma compressão por longo período de tempo, passa a ter menor sinal de impulso nervoso, o que leva a perda de sensibilidade temporária. Não há relatos de perda de potência devido ao ciclismo. Cada um deve conhecer o limite de tempo que pode ficar sentado sobre o veículo. Para iniciantes, apenas 20 minutos podem gerar incômodos.
Use bermuda de ciclismo com o forro feito de uma espuma de alta densidade, mesmo em aulas de ciclismo indoor.
Procure adquirir um selim vazado no centro que ajuda a aliviar a pressão nessa região.

FACIITE PLANTAR: É a sensação de queimação na planta do pé, dor na parte posterior da sola ao tocar o chão. Geralmente o pior momento da dor acontece durante os primeiros passos pela manhã ou durante o início da corrida. Dentre os fatores predisponentes encontram-se a falta de alongamento e aquecimento, mais comum em pés cavos, obesidade, pronação e supinação excessivas e idade avançada.
Procure usar sapatilhas próprias para ciclismo.

Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 55 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.
Serviço
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Avenida Silva Jardim, 3161 - Agua Verde
Curitiba - PR
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domingo, 22 de setembro de 2013

Uso excessivo de salto alto provoca disfunções anatômicas

Problemas mais comuns são encurtamento da panturrilha, problemas vasculares, desvios posturais e alteração da estrutura da coluna

A mulher que nunca se sentiu confiante com alguns centímetros mais alta, pode atirar a primeira pedra. Os sapatos de salto alongam a silhueta, elevam a autoestima e deixam a figura feminina elegante. O que muitas ainda desconhecem é que estes tipos de calçados podem ser verdadeiros inimigos para o corpo se usados em excesso.
Segundo Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e proprietário do ITC Vertebral Ribeirão - instituto especializado no tratamento de lesões na coluna – as pessoas podem ser afetadas em distintas regiões anatômicas. “Os problemas mais comuns são o encurtamento da musculatura posterior de membros inferiores como a panturrilha, dores nas pernas, problemas vasculares (entupimento dos vasos sanguíneos), desvios posturais graves e a alteração de toda a biomecânica (estrutura) da coluna”, explica.

Para que a utilização não seja interrompida definitivamente, Martins dá dicas de melhorias para a saúde e para um conforto prolongados. “Um conselho é não abusar nunca. Se o ambiente de trabalho pede um visual social, retire os sapatos assim que chegar em casa e se alongue com frequência. Se possível também, faça rodízio com o uso de calçados mais baixos em dias alternados. Nas horas de lazer e esporte, opte pelos confortáveis e adequados para a ocasião. Agora se o momento é de descanso, chinelos sempre são bem-vindos ou até mesmo ficar descalça, afinal, os pés precisam respirar e também agradecem”, finaliza”.
Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).
Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 55 unidades no país. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 4 mil pacientes.
Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.

Serviço
ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral)
Site www.itcvertebral.com.br

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dores nas costas

Veja as principais causas e dicas de exercícios para aliviar o desconforto

Dores nas costas
Quem é a pessoa que nunca sentiu dor nas costas? Pegou peso de maneira inadequada, ficou muito tempo sentado ou em pé, dormiu de mau jeito ou se sentou de maneira relaxada demais. Não importa o motivo. A dor nas costas incomoda e muito e pode se tornar crônica!
"Sedentarismo, herança genética, má postura no trabalho, levantar pesos inclinando a coluna para frente, prática esportiva com movimentos repetitivos, obesidade, idade e traumas decorrentes de acidentes são algumas das causas de dores nessa região", conta o fisioterapeuta Dr. Giuliano Martins.
O especialista, que também é diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e do ITC Vertebral Curitiba, consultor em Ergonomia e Perito Judicial do Trabalho, revela que as baixas temperaturas potencializam essas dores, uma vez que o corpo tende a forçar mais os músculos para produzir mais calor e diminuir a sensação de frio.
As pessoas que passam mais de 50 ou 60 minutos sentadas podem gerar dor na região lombar da coluna vertebral. Para evitar desconfortos, levante-se da cadeira e faça qualquer movimento com o corpo, que pode ser apenas alguns passos pela sala. Já quem fica muito tempo em pé poderá ter dores nas pernas e problemas circulatórios. "É recomendado, sempre que possível e quando estiver em casa, ficar deitado com as pernas elevadas por alguns minutos", orienta Dr. Giuliano.
O fisioterapeuta selecionou quatro exercícios que podem ser feitos em casa ou no escritório para aliviar dores nas costas. Confira:
1. Rotação da bacia para trás: deitado com os joelhos dobrados aperte as nádegas uma contra a outra, tentando elevá-las levemente. Ao mesmo tempo contraia a musculatura abdominal, de maneira que a sua coluna lombar toque com força a superfície que você está deitado. Mantenha essa contração por 3 a 5 segundos (conte mentalmente 1, 2 ,3, 4 e 5). Em seguida relaxe por outros 5 segundos. Comece novamente e assim por diante.
2. Elevação do tronco procurando tocar os joelhos com as mãos: deite com os joelhos dobrados. Contraia a musculatura abdominal, eleve a cabeça e a parte superior do tronco e toque de leve os joelhos com as mãos. Mantenha a posição por 3 a 5 segundos.
3. Cabeça contra joelhos: deitado com os joelhos dobrados, segure ambos os joelhos com as mãos e traga-os contra o peito. Mantenha esta posição por 3 a 5 segundos. Em seguida relaxe, levando de volta os joelhos à posição inicial.
4. Extensão das coxas: este exercício é feito em decúbito ventral (barriga para baixo). Coloque um travesseiro tipo almofada sob o abdômen e tente elevar uma das coxas a alguns centímetros acima do plano do tapete. Este movimento se chama extensão das coxas. Repita o movimento com a outra coxa. Durante o movimento você vai sentir uma forte contração da musculatura lombar posterior. Mas cuidado: este exercício às vezes causa dor. Se este for o seu caso abandone-o imediatamente. Não insista.
Dr. Giuliano Martins dá outras dicas:
- Beba muita água. A água hidrata e ajuda a manter a elasticidade do corpo. Com isso reduz a sensação de que a pele está rasgando.
- Agasalhe-se para manter o aquecimento corpóreo, mas evite a sobreposição de roupas. Vestir muitas peças, ao invés de aquecer, faz o corpo transpirar demais, o que poderá desencadear uma desidratação.
- Pratique exercícios regularmente, já que proporcionam a proteção muscular e ajudam na prevenção de cãibras e outras dores.
- Evite choques térmicos (não saia de um ambiente quente e vá para outro frio, sem se proteger). Essa queda de temperatura pode gerar sérias complicações físicas como, por exemplo, o torcicolo. Para evitar o agravamento das dores nas articulações (causadas pela inflamação nos nervos) ou até mesmo a lombalgia (dor na parte inferior das costas), é importante se manter aquecido.
- Sente-se sempre em cadeiras duras, evitando poltronas macias. O encosto deve ter uma saliência na região lombar para dar suporte e manter a lordose lombar na posição correta. Os pés devem se apoiar completamente no solo ou em um pequeno estrado de 5 a 8 centímetros de altura. Os quadris devem ser mantidos em 90 graus ou levemente mais elevados. Evite debruçar-se sobre a mesa e apoie bem os braços, mantendo o cotovelo em 90 graus.
- Mantenha um estrado ou pequena banqueta de mais ou menos 10 centímetros de altura nos locais que você habitualmente permanece (pias de cozinha, bancadas etc.). Coloque alternadamente um dos pés na banqueta e trabalhe normalmente. Esta posição diminui a lordose lombar, dando uma sensação de bem-estar na coluna. Se não tiver banqueta, coloque sempre um dos pés à frente.
- Ao dormir, se o seu lado direito é o mais doloroso, deite de lado apoiando o lado direito no colchão e coloque um travesseiro fino entre os dois joelhos. O colchão deve ser semirrígido, mais para o rígido do que para o mole. Use um travesseiro não muito baixo e não muito alto para apoiar sua cabeça.
- Aprenda a pegar e carregar um peso: se o peso estiver à altura das suas mãos, coloque um dos membros à frente, dobre ambos os joelhos, pegue o peso e traga-o para próximo do seu corpo. Se o peso estiver no solo, você deve agachar-se e dobrar completamente ambos os joelhos. Pegue o peso próximo do seu corpo e fique de pé "esticando" ambos os joelhos. Descarregue o peso nos joelhos e não na coluna.
Para ver a matéria direto do site do Terra acesse: http://maisequilibrio.terra.com.br/dores-nas-costas-3-1-2-668.html

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Posições incorretas no trabalho podem causar lesões na coluna

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida. O Ministério da Previdência Social traz o dado alarmante que a dor na coluna é a principal causa de afastamento do trabalho, sendo que em 2012 foi responsável por quase 160 mil licenças. “As lesões, normalmente, são causadas por posições, posturas e inclinações incorretas no ambiente de trabalho”, afirma o fisioterapeuta do ITC Vertebral Curitiba, Dr. Henrique Lourenço.

Para evitar problemas futuros, é preciso agir preventivamente. “A ergonomia e suas normas preconizam que devemos adotar medidas seguras para evitar problemas de saúde e postura, como as chamadas Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (Dorts), os desvios posturais, as dores musculares e as degenerações de articulações”, explica o fisioterapeuta Dr. Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e do ITC Vertebral Curitiba.

O Ministério do Trabalho possui uma norma específica sobre ergonomia, a NR 17 (Norma Regulamentadora 17), que estabelece padrões para melhores condições de trabalho. “Todo o trabalhador deve exigir que sua empresa siga as orientações da lei, os padrões de ambiente de trabalho e assegurar que todo o mobiliário do lugar esteja de acordo com a norma”, enfatiza Martins. Ele ainda orienta que o colaborador deve seguir algumas orientações e bons hábitos básicos fora do ambiente de trabalho, como praticar uma atividade física três vezes por semana, evitar carregar excesso de peso, ter uma alimentação saudável e beber de 1,5 a 2 litros de água por dia.
         
O fisioterapeuta indica que a ginástica laboral é a melhor forma de prevenir e reduzir os inúmeros problemas, entre eles: tendinite, bursite, epicondilite, artrose, síndrome do túnel do carpo, má-posturas, lombalgias, cervicalgias, hérnia de disco, escoliose, entre outros. “A aula de ginástica laboral deve ser elaborada para cada tipo de atividade desempenhada. Na maioria das vezes, os aquecimentos de toda a musculatura devem ser acompanhados dos alongamentos de punho, ombro, pescoço e membros inferiores”, orienta.

Além da prática de exercícios no trabalho, o especialista em coluna alerta que outros cuidados são necessários. “É recomendável realizar um trabalho junto a uma empresa especializada, que fará um laudo ergonômico, que é exigido pelo Ministério do Trabalho, para identificar as irregularidades (mobiliário inadequado, falta de rodízio, falta de ginástica laboral, esforço físico desnecessário, máquinas inadequadas, etc.) e orientar as correções. Além disso, a empresa pode oferecer palestras, treinamentos de postura, prevenção de lesões e operações de máquinas”, esclarece.
 
ITC Vertebral Curitiba
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral Curitiba é uma entidade de profissionais que desenvolveu um método não-cirúrgico para tratar hérnia de disco e outras lesões da coluna, como lombalgia, cervicalgia, artrose, dentre muitas outras. Criado em 2005, pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), a Instituição ganhou visibilidade nacional, expandindo suas operações para 28 cidades de todo o país. Em Curitiba, o ITC Vertebral está presente desde 2011 e seu diretor regional é o fisioterapeuta Dr. Giuliano Martins.